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Cotidiano

Blog concede direito de resposta à Salete Teresinha Gewehr, acionista da empresa RISA S/A.

Eu, SALETE TERESINHA GEWEHR, venho através desta repor a verdade dos fatos, com relação a matéria publicada no dia 11 de agosto de 2019, com o título: “No sul do Maranhão e do Piauí uma história de horror, ganância e divórcio pode levar uma grande empresa à falência”.

Primeiramente é de conhecimento de toda sociedade de Balsas, que me encontro em processo de partilha, diga-se de passagem, conturbado. Contudo, a narrativa publicada, não condiz com a minha visão dos fatos, e na minha ótica está manchando inclusive a imagem da Companhia RISA S/A a qual lutei com afinco e dedicação por mais de 30 anos da minha vida, para que se tornasse a empresa consolidada e respeitada que é hoje, sendo inclusive referência no mercado do agronegócio.

Ao contrário do que fora narrado, a RISA S/A iniciou-se com união de esforços entre mim e o Sr. José Gorgen, quando juntos (e já casados – desde 1986)compramos em 1991 a Companhia Agrícola do Ribeirão no Piauí. Em 2006, a empresa passou a ser de capital fechado, tornando-se a RIBEIRÃO S/A, sendo que em 2012 houve alteração da denominação social para RISA S/A, permanecendo assim até os dias atuais.

Importante ressaltar que as disputas travadas na justiça se deram em razão das condutas adotadas pelo Sr. José Gorgen após a separação. É que, desde então, tenta a qualquer custo me afastar da empresa que ajudei a construir, não reconhecendo os direitos advindos do regime de comunhão parcial de bens. Ele se nega a dividir de forma igualitária as ações da RISA S/A, que diga-se, foi construída por nós ao longo de mais de 30 anos.

Tanto o é, que passou a utilizar-se de meios pouco louváveis para tentar me afastar da administração da Companhia RISA S/A, para assim poder dirigi-lá da forma como lhe convém.

A frente dos negócios como Presidente, tal figura honesta (como dito pelo Sr. Jornalista), fez uso de numerários da empresa para satisfação de interesses pessoais, sem prestar contas de suas decisões. A exemplo, construiu uma bela mansão para fins de moradia, inclusive pagando toda a mobília e utensílios domésticos (e até ofurô), com CAIXA DA PRÓPRIA EMPRESA.

Me sentindo prejudicada pelas condutas por ele adotadas, passei a exigir mais transparência nos negócios da empresa RISA, inclusive solicitando prestações de contas.

Por tais razões, e se sentindo contrariado, o Sr. Zezão passou a ceifar meus direitos como Vice-Presidente da Companhia, tentando calar minha voz e me desautorizando frente aos funcionários, inclusive, ameaçando-os com demissão sumária, caso atendessem aos meus pedidos. E assim o fez! Foram diversas demissões: secretária, motorista, segurança, e até o próprio filho Allan, por ter ficado ao meu lado, discordando das atitudes do próprio pai. TODOS DEMITIDOS!!

Por último, o Sr. Zezão promoveu uma Assembléia Extraordinária, e com seu único voto, me destituiu do cargo de Vice-Presidente da Companhia.

Evidente, portanto, que os processos movidos em face do Sr. Zezão, têm o único intuito de resguardar meus direitos societários e patrimoniais.

Fiquei por vários meses sem receber um tostão sequer. Eu, uma mulher que sempre trabalhei e lutei para que a RISA S/A se tornasse a empresa consolidada que é, me vi endividada com 5 bocas (filhos e netos) para alimentar e sem 1 real no bolso, mesmo sendo sócia de uma empresa cujo faturamento ultrapassa a cifra de milhões.

O Sr. Zezão não pensou em seus próprios filhos Allan e Andrey. Demitiu Allan Gorgen, quando este ficou ao meu lado frente às condutas lamentáveis do pai. Me defendeu de seus ataques. Sr. Zezão, não pensou sequer em seus netos quando demitiu o filho, mesmo sabendo que um deles, inclusive, necessita de cuidados especiais. Allan, desempregado, passou a depender do meu apoio financeiro, que como mãe, jamais viraria as costas para meus filhos, como fez o Sr. Zezão.

Mesmo assim, o Sr. Zezão afastou-me do cargode Vice-presidente, suspendendo todo e qualquer pagamento, seja de pró-labore, seja de dividendos, deixando, assim, eu emeus filhos e netos a mercê da própria sorte. Nestas circunstâncias, tive que me recorrer a empréstimos em bancos e terceiros.

Em verdade, ele está tentando me tirar tudo, porém não conseguirá tirar minha dignidade e confiança que a justiça será feita! Jamais quis algo que não fosse meu por direito.

A RISA S/A foi constituída por nós dois, com a junção de nosso patrimônio e tudo aquilo que conquistamos ao longo da vida conjugal deve ser partilhada igualmente, pois assim determina a lei. Essa é a forma justa e digna de se por fim a uma relação matrimonial.

Por fim, reafirmo meu compromisso de que a RISA S/A jamais será afetada por qualquer disputa judicial e no que depender de mim e do meu esforço pessoal, continuará a ser a grande e admirada empresa do agronegócio que é hoje!!

 

2 Comentários

  • Cassia Margarete Romera Neviani

    Conheci esse casal e afirmo que a Salete sempre lutou e trabalhou arduamente pela RISA, sendo o braço direito do Zezão sempre. Se ele age desta maneira, está cuspindo no prato que comeu, um péssimo exemplo para filhos e netos, e principalmente para todas as pessoas que os conheceram. É muito triste ver um desenrolar tão egoísta em pessoa que dirige uma empresa deste porte.

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