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Justiça

Desembargador Cleones Cunha repudia comentários de que a Justiça Eleitoral não existe.

O presidente do TRE, desembargador Cleones Cunha, em sessão administrativa desta terça, 19 de março, repudiou veementemente as notícias que circulam em redes sociais alardeando que a Justiça Eleitoral não existe em outros países e é totalmente desnecessária, a qual atenderia apenas aos interesses da corrupção política.

Destacou que, aparentemente, esses ataques são decorrentes da recente decisão do Supremo Tribunal Federal que deslocou a competência para julgar crimes conexos àqueles de Caixa 2 para esta Justiça especializada, afirmando que não competiria à Corte Eleitoral debater acerca da decisão do Supremo.

Para ele, é lamentável tal ataque, tendo afirmado que “só quem não conhece a Justiça Eleitoral brasileira pode falar isso, ou quem tem outros interesses por trás disso. A justiça eleitoral, que foi criada em 1932, no Brasil, está atingindo um patamar de fazer inveja aos países mais civilizados do primeiro mundo. Ninguém ou nenhum país faz uma eleição como fizemos em 2018 e se tem o resultado antes do final do dia da eleição”.

Lembrou que a justiça eleitoral brasileira busca implementar tecnologias que visam cada vez mais garantir a manifestação do eleitor, a exemplo do voto eletrônico e da biometria.

“Todas as vezes que atacarem a Justiça Eleitoral, eu não poderei ficar calado, porque senão não seria digno de estar presidindo essa Casa. Fica o meu desabafo, que tenho certeza é o desabafo de todos os senhores”, finalizou o presidente.

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