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Politica

Eleições de 2020: Você conhece a principal mudança na escolha para vereador?

A partir de 2020, as regras mudam para eleger os novos vereadores, a partir de agora serão eleitos os candidatos mais votados dentro dos seus partidos, desde que o partido consiga atingir o quociente eleitoral.

As coligações para as candidaturas proporcionais deixarão de existir nas eleições municipais do ano que vem. A seleção natural partidária, assim dizendo teve início nas eleições de 2018, quando acabou por barrar recursos financeiros vindo dos nossos impostos aos partidos reprovados pela cláusula de barreiras, com isso 14 dos 35 partidos existentes no Brasil não tem mais direito a fundo partidário e nem tempo de rádio e tv.

As coligações serão possíveis somente para os cargos majoritários, ou seja, na disputa para prefeito nas próximas eleições. Com o fim das coligações proporcionais vão se eleger os candidatos mais votados dentro dos seus partidos, desde que o partido consiga atingir o quociente eleitoral.

A mudança deve provocar alterações profundas na atuação dos partidos políticos, especialmente em municípios menores. Os partidos devem apresentar chapas completas ou com maior número possível de candidatos a vereador.

Um fator que levou a aprovação desta alteração se deu em razão de exigir dos partidos que se estruturem, vez que terão que estar mais preparados e contar com filiados e candidatos que realmente acreditem nos dogmas da agremiação.

Além desta regra que passará a vigorar a partir de 2020, já existe desde 2016 uma resolução que exige para eleição dos candidatos desempenho mínimo nas urnas, isto é, para se eleger, o candidato deverá atingir 10% dos votos do quociente eleitoral exigido para a referida eleição.

Exemplo: Se temos dez cadeiras e 100 mil votos válidos, logo o quociente partidário será de 10 mil. Isso quer dizer que a cada 10 mil votos o partido tem direito a uma cadeira. Entretanto só poderão ser eleitos os candidatos que atingirem 10% do quociente eleitoral, que neste exemplo é de no mínimo 1 mil votos para ser eleito.

No sistema anterior os votos de todos candidatos e legendas da coligação eram somados, deixando claro que são as coligações, e não os partidos individualmente, que conquistam vagas no Legislativo. As cadeiras conquistadas pela coligação, poderiam ser ocupadas pelos candidatos mais votados de toda coligação, podendo ser todos de um único partido, ou de vários partidos dependendo do resultado da votação individual, com isso a coligação era encarada como um único partido.

Fique atento, pois partido político, candidato e eleitor precisam estar na mesma sintonia em 2020, se houver desequilíbrio muitos que se acham eleitos, podem até nem saírem candidatos, até mesmo porque no Brasil ainda não existe candidaturas avulsas, sem o aval de um partido.

Um comentário

  • Edmar Castro

    A importância do eleitor que se torna político. Deve passar primeiro no respeito às diferenças. O que não foi o caso, da REDE desfiliando a revelia alguns componentes filiados a pedido da defesa de interesses próprios. Por isso, defendo a candidatura avulsa. Pois, sabe-se que, todos os partidos tem dono e não são orgânicos em defesa da bandeira partidária.

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