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Politica

Fidelidade dos evangélicos tem garantido vitórias ao presidente Bolsonaro no congresso.

Na visão do presidente Jair Bolsonaro (PSL), buscar o apoio das bancadas temáticas no Congresso, como a religiosa, a armamentista ou a ruralista, é uma política melhor do que negociar diretamente com os partidos para conseguir aprovar os projetos de interesse do governo. Se no caso da bancada agropecuária, como mostrou o Metropóles no último dia 15 de setembro, essa aposta tem frustrado os interesses do governo, quando se fala dos deputados evangélicos, o investimento tem rendido frutos.

Nas 226 votações realizadas na Câmara em 2019, os integrantes da bancada evangélica entregaram 80% dos votos ao governo. Integrantes do grupo só votaram contra a orientação dos líderes do Palácio do Planalto em 3,9% dos casos, uma fidelidade muito alta. Os casos restantes, até completar os 20% de “traições”, se referem a ocasiões em que o deputado não esteve presente na votação, o que também prejudica o governo.

Os números foram apurados pelo (M)Dados, núcleo de análise de grandes quantidades de informações do Metrópoles, nas votações que ocorreram na Câmara desde o início da legislatura.

Comparação

No levantamento sobre os ruralistas, a fidelidade encontrada foi muito menor, de 54%. Juntando votos contra a orientação (18,85%) e as ausências (26,58%), houve 45,43% de traições. O resultado entre os evangélicos é muito melhor, mas pesa menos nas votações por causa do tamanho das bancadas.

Enquanto a Frente Parlamentar da Agropecuária reúne 236 deputados na Câmara, ou 46% do total de 513, a Frente Evangélica tem 195 representantes, cerca de 38% do total de parlamentares na Casa.

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